No entanto, muitos destes alimentos são ricos em conservantes químicos, sal, corantes, gordura vegetal hidrogenada entre outras substâncias nocivas ao organismo.
Além disso, na busca pelo corpo perfeito, as pessoas acabam se submetendo à dietas milagrosas, que restringem algum nutriente, ou são extremamente hipocalóricas. Estas, por sua vez, podem até funcionar num primeiro momento, mas acabam diminuindo ainda mais o metabolismo, o que além de contribuir para retornar ao peso inicial, dificulta a perda de peso posteriormente. Assim, para atingir um peso ideal e se manter nele, devem ser preferidas as dietas balanceadas, prescritas por um nutricionista, em conjunto com a prática de atividade física, obtendo assim mais saúde e equilíbrio.
Logo, a sociedade deve perceber que cada vez mais é necessário o resgate da alimentação, preferindo alimentos in natura, como frutas, verduras, legumes, grãos e cereais, leguminosas, entre outros e deixando de lado os industrializados, tais como biscoitos, congelados, doces, sorvetes e etc. Outro ponto a ser considerado é que nenhum alimento deve ser encarado como um vilão, pois se consumido moderadamente não trará malefício algum a saúde. O problema está na ingestão excessiva.
Dicas para uma alimentação balanceada:
- Os alimentos energéticos devem estar presentes em quantidades maiores na alimentação (60% do valor calórico total), pois fornecem carboidratos, o combustível preferencial utilizado pelo organismo.
Ex: cereais e pães.
- Verduras, legumes e frutas, devem estar em boa quantidade (5 a 6 porções/dia), pois são fontes de vitaminas e minerais, elementos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo.
- Carnes (2 porções/dia – 15 a 20% do valor calórico total) fornecem proteínas que atuam na construção e regeneração de tecidos e são fornecedoras também de energia, porém devem estar em menor quantidade que os carboidratos.
- Açúcares simples e gorduras (20 a 25% do valor calórico total) devem ser consumidos em quantidades mínimas. Deve-se preferir gorduras de origem vegetal, que protegem o coração contra doenças cardiovasculares e aumentam o bom colesterol, porém nunca devem ser aquecidos. Não se pode esquecer que as gorduras também são essenciais ao bom funcionamento do organismo, porém deve-se ficar atento à sua qualidade. As frituras e gorduras de origem animal devem ser evitadas, pois aumentam o colesterol ruim e o risco de doenças cardiovasculares.
Ex: gordura “boa”: óleos vegetais (azeite extra virgem), sementes oleaginosas (castanha, nozes, amêndoas...).
Gordura “ruim”: Carnes gordas, manteiga, margarina, leite integral, queijos amarelos, gordura vegetal hidrogenada (presente em produtos industrializados).
Karissa Zelada
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