As plantas medicinais vêm sendo utilizadas desde os primórdios da humanidade para o tratamento de doenças. No Brasil, seu uso medicinal era aplicado através do saber popular, por erveiros, benzedeiras, mateiros, rezadeiras, pajés e escravos.
Esse tratamento é conhecido hoje como Fitoterapia (à base de matéria-prima ativa de origem vegetal) e está sendo empregado em terapias alternativas de forma preventiva, curativa e até mesmo para fins diagnósticos, sob diversas preparações farmacêuticas com o uso de chás caseiros, tinturas, banhos e pomadas.
É de fundamental importância a orientação médica por profissionais da área, com o devido entendimento sobre a planta adequada à situação exposta, com suas formas de uso e distinção da parte da planta a ser utilizada (raiz, casca, folha ou flores), pois uma mesma planta pode obter diferentes ações terapêuticas. Faz-se, então, necessária a utilização da dosagem correta a fim de melhorar a eficácia da medicação e reduzir seus riscos com o uso descontrolado.
Dessa forma, a fitoterapia surge, com o uso de plantas na solução de problemas de saúde da população em geral, em busca da melhoria da qualidade de vida, como um instrumento de cidadania.
THAÍS BALBINO SANTOS
Médica Fitoterapeuta